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abril 2016

SEU NETWORKING É SEU TESOURO!

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Por: Ana Carolina da Cunha 

Atuo na área de Recursos Humanos há 13 anos e após todos estes anos, passando por erros e grandes acertos, teve um segredo muito importante que aprendi e que serve para qualquer profissional, de qualquer área:

SEU NETWORKING (Rede de Relacionamento) É SEU TESOURO!!

E descobrindo este segredo, pude perceber dois fatores importantes para manter este tesouro sempre protegido. Fatores estes que são ainda mais indispensáveis para aqueles que, como eu, são profissionais da área de HUMANAS:

1ª Fator: Dar importância no momento de constituir sua rede de relacionamento a mantendo SEMPRE ativa. E não somente procurar e abordar seus contatos quando precisa de algum “favor”;

2ª Fator: Se colocar à disposição SEMPRE que é procurado. Mesmo se for para simplesmente dizer que não pode ajudar neste momento.

Mas porque eu resolvi contar a você este grande segredo?

Considerando aqui, o processo de busca para uma recolocação profissional. Conto o segredo por duas situações:

1ª Porque hoje atuo fortemente no assessoramento de profissionais em TRANSIÇÃO DE CARREIRA, e noto que quando eles buscam fazer alguma abordagem, encontram a dificuldade, falta de retorno e alguns posicionamentos de indignação por parte daqueles que são abordados por eles;

2ª E a contraponto, vejo também a dificuldade que estes mesmos assessorados têm de resgatar o seu networking (rede de relacionamento), pois não seguiram os dois fatores acima descritos.

Percebo, de modo geral, que há um grande receio de se expor, expor seus contatos e em atender a profissionais que buscam uma ajuda, uma orientação ou querem simplesmente se apresentar.

Precisamos estar atentos e sermos cuidadosos uns com os outros, ainda mais no cenário econômico que estamos passando, que é delicado e temos muitos profissionais que estão na busca por uma nova oportunidade. Talvez você não possa ajuda-lo, mas pode conhecer alguém que possa, esta é a base do NETWORKING!

Concordo que muitas vezes é inviável atender a todos pessoalmente ou via telefone, mas a simples GENTILEZA de um retorno via e-mail, mensagem de LinkedIn, WhatsUp ou o antigo SMS, fazendo uso da tecnologia que está ai somente progredindo a nosso favor já é um grande passo.

Já dizia José Datrino “Gentileza gera Gentileza” e você nunca sabe onde estará no dia de amanhã. Ou tem certeza de quando vai precisar recorrer a contatos, RH´s, antigos colegas e gestores, os engajando me seu processo de recolocação? Ninguém sabe.

Pense nisso! Hoje é você que está agradecendo o recebimento de um contato, dando alguma orientação ou recomendação ou respondendo uma mensagem. Amanhã a situação pode ser inversa.

COMO VAI SUA REDE DE RELACIONAMENTO?

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Por: Lenir Nunes – Coach de Carreira e Sócia na LN Consulting

Sempre que converso com profissionais em processo de transição de carreira, uma das minhas primeiras perguntas é: Como vai sua rede de relacionamento?

E as respostas são sempre parecidas: “Não me sobrava tempo”, “Entrava na empresa às 7h e só saia à noite”, “Meus contatos ficaram na empresa”, enfim, muitas explicações e poucos que realmente sentiam-se seguros em dizer “vai muito bem”. Ou seja, a maioria não dedicou tempo em cultivar sua rede de relacionamento. Sem saber que estavam cometendo um grande erro perante o mercado.

Sim, networking não é uma ação pontual, onde apenas trocam-se cartões num evento, ou no ato de apresentar-se ao colega ao lado num congresso da sua área. Networking deve estar contido em nosso dia a dia, na pauta da nossa agenda semanal, ou seja, é um comportamento ativo, uma tarefa diária.

Dados de consultorias especializadas em mercado de trabalho no Brasil revelam que cerca de 80% das novas colocações são intermediadas pelos “contatos” de sua rede de relacionamento.

A matemática é simples, uma pessoa apenas trabalhando com uma quantidade limitada de contatos, demora mais para se recolocar, do que uma profissional com uma boa rede e que  pratica ações frequentes para ampliar cada vez mais seu networking. Assim, seguramente as chances multiplicam-se e a recolocação é mais depressa.

E mesmo com a escassez de oportunidades, este processo favorece também o aumento da rede de relacionamento de quem indica. aumenta ainda o poder do de quem indica. Mesmo que não seja garantia de conquistar uma oportunidade arrumar emprego, sabemos que uma recomendação é sempre bem vinda.

No entanto, Pois hoje em dia é “muito caro” contratar errado, mesmo que a pessoa seja recomendada indicada. No entanto o QI o networking ajuda e viabiliza a participação no processo, mas não garante a vaga.

Mas então, qual a formula para manter uma boa rede de relacionamento?

1º: Cultive seus contatos quando menos precisar deles, oferecendo ajuda, respondendo aos e-mails quando solicitado algo, compartilhando eventos, artigos interessantes ou notícias quando existe a afinidade com o tema.

2º: Não seja apenas uma networker on line: “Em tempos de whats up, ligar para a pessoa é praticamente uma declaração de amor”. No dia do aniversário, ao invés de “Parabéns” no Facebook, surpreenda fazendo uma ligação ou enviando um e-mail personalizado.

3º Mantenha seus contatos atualizados: não me refiro a manter devidamente catalogado os cartões que você trocou nos últimos 10 anos, use as ferramentas oferecidas de administração dos contatos, ou tenha uma planilha simples. Mas não deixe de manter por perto ter em mãos as pessoas que considera importantes para sua vida e carreira.

Em tempos de crise, “quem você conhece” e “quem conhece você” são duas combinações fundamentais tão importantes, ou seja, completa o tripé: competências comportamentais, técnicas e da rede de relacionamento.

 

ENGENHEIROS NO DESAFIO DE SEREM LÍDERES….

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Por Lenir Nunes – Coach de Carreira e Sócia na LN consulting

Certo dia li numa coluna de revista um engenheiro pedindo auxilio a um coach. Sua queixa era a respeito do desenvolvimento de sua carreira, que cada vez mais estava direcionada a área de gestão de pessoas. O dilema desse engenheiro nada mais é que uma tendência de mercado, a qual é sentida no dia a dia.

Empresas cada vez mais, dão preferência por engenheiros que atendam duas pontas: operação e gestão. Ou seja, além da formação em instituição diferenciada, do 2º ou 3º idioma entre outros conhecimentos técnicos, que esse profissional some a sua experiência: gestão de pessoas, o que não é uma tarefa fácil encontrar…

O que remete o profissional desenvolver habilidades antes não requeridas tão precocemente – antes o tempo para se assumir um cargo de gestão demorava anos após o ingresso na organização.

E conhecido da maioria que o engenheiro pode ser um bom administrador de projetos. No entanto a liderar equipes, suas expectativas, vai muito alem de fazer um calculo de área ou mesmo definir orçamento.

Tenho claro que preencher as lacunas profissionais para o êxito nas atividades desenvolvidas e projeção na carreira é responsabilidade de cada um. As alternativas são diversas como, por exemplo, uma formação complementar, uma pós em Administração ou um processo de coaching.

Para o mercado de nada adianta conhecer de resistência de materiais ou dominar cálculo de estrutura, se você não estiver disposto a saber como administrar conflitos de sua equipe.

O processo de liderar/ gerenciar pessoas é uma escolha que está relacionada com a tendência para o profissional do futuro, e diretamente proporcional com a ascensão na carreira, pois quanto mais alto no nível hierárquico você está ou almeja, mais líder/gestor de pessoas deve se tornar.

O mercado é muito dinâmico, repleto de oportunidades dentro ou fora de onde você está agora, cabe a você decidir.

FUI DEMITIDO, E AGORA?

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Por: Ana Carolina da Cunha 

Nos últimos anos, tenho atendido e dado suporte a dois grupos de profissionais, sendo um deles profissionais que estão de forma proativa, buscando novos objetivos, oportunidades e desafios. E no outro grupo estão os profissionais, que por algum motivo saíram ou foram desligados da empresa que atuavam, e buscam uma recolocação. E com este último grupo com o qual mais me preocupo.

O trabalho de orientar e instrumentalizar o profissional, faz uso de ferramentas, com o objetivo de se conhecer, definir novos objetivos de carreira profissional e até mesmo traçar onde e como começar as buscas. Pois algo que poucos veem, é que este momento de Transição de Carreira pode ser oportunidade de traçar novos objetivos, retomar propósitos perdidos e se auto reconhecer.

Para o sucesso deste trabalho, existe a necessidade destes profissionais terem alguns elementos importantíssimos, dentre eles o FOCO e ATITUDE PROATIVA. Sem estas características, o profissional dificilmente irá se recolocar com aquele “brilho nos olhos” e ficará dando voltas ao redor dele mesmo, aceitando qualquer oportunidade, frustrando-se ou achando culpados.

Neste processo o principal responsável é o profissional, para o atingimento o objetivo que busca com propriedade dependerá de como ele lidará com as situações boas ou não tão boas que surgirão no meio do caminho. E projetar no mercado, na crise financeira, nas pessoas, não será a solução.

Para este trabalho, algumas etapas são importantes. Começando pelo AUTOCONHECIMENTO, onde o profissional poderá identificar (ou assumir) suas fraquezas, bem como irá potencializar aquilo que tem de melhor. Ninguém é perfeito, TODOS tem seu lado a desenvolver. A questão está em conscientizar-se disto, sem se conhecer, não se chega a um sucesso.

Após se autoconhecer, identificando no que é bom ou não, vem outra etapa importante, que é estabelecer um bom MARKETING PESSOAL, estabelecendo sua marca, sabendo se comunicar de forma assertiva e congruente, tornando-se um profissional de referência.

E como uma coisa leva a outra, chegamos a REDE DE RELACIONAMENTO, pois neste momento, é dela que tirará as maiores chances de se recolocar. E não basta conhecer as pessoas, é preciso manter este contato ativo, conversando com elas e mostrando o seu potencial e o porquê é importante elas manterem o contato com você.

Como por exemplo aquela abordagem por e-mail: “Segue meu currículo anexo”, é fatal. Neste caso seu currículo irá parar em uma pasta na caixa de e-mail: “Currículos”. Uma abordagem coerente, falando o porquê do contato e porque você está ai, é de extrema importância.

Daqui para a frente, é saber lidar com os ALTOS e BAIXOS, lembrando-se sempre que não é o único neste processo de recolocação, ainda mais no mercado como está hoje, a disputa está acirrada, e desanimar não vai fazer com que você se destaque. Pense nisso e seja criativo!

ENTREVISTA: Enigma versus Realidade

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Por: Ana Carolina da Cunha – Coach de Carreira e Sócia na LN Consulting

Após quase 14 anos realizando entrevistas, orientando clientes e profissionais sobre como se posicionar em um processo de seleção, percebo como ainda é enigmático para muitos profissionais, este tão simples processo.

Aos profissionais que buscam orientações de como melhor se posicionar e aproveitar uma entrevista de seleção, evidencio como sendo o ponto de maior sucesso: a TRANSPARÊNCIA.

Por isso, a ideia aqui não é lhe dar uma “receita de bolo” com “7 truques” de como fazer uma boa entrevista, pois com seu alto nível de ansiedade e adrenalina, ao invés de auxiliá-lo, isto pode fazer com que você perca sua espontaneidade, atrapalhando sua performance no seu processo de  seleção.

Embora muitos deem e acreditem nesta “receita” pronta, ao se deparar com um processo seletivo, procure buscar nelas informações que não lhe prejudiquem. MINHA SUGESTÃO: pense sempre que o processo de entrevista começa muito antes do contato pessoal, e ele se resume em 3 etapas: o antes, o durante e o depois:

Quando pensar no antes, PREPARE-SE, realizando uma análise de todas suas potencialidades, resgate mentalmente (ou na frente do espelho, no carro, etc.) seu histórico profissional, seus objetivos, valores, maiores feitos. Isto irá fazer com que as informações estejam “fresquinhas” na sua memória, permitindo respostas coerentes.

E quando já estiver no local (ou no Skype se for a opção), no horário pré-definido, para a entrevista, TRANQUILIZE-SE, aja como uma conversa onde o tema e objetivo é direcionado. Seja coerente, objetivo e humilde em suas colocações, mostre o quão humano você é, nomeando seus destaques, mas também suas fraquezas.

Impressione pela sua transparência e posicionamento maduro, não por querer mostrar aquilo que não é, sendo arrogante, trazendo inverdades, ou situações que são facilmente desmascaradas. Senão aquele ditado do “só se conhece realmente o profissional trabalhando”, fará muito sentido se for contratado.

Após a entrevista, CONTROLE-SE, cuide para que sua ansiedade em buscar retornos rápidos, não atropele as decisões e boas impressões que deixou arruinando qualquer possibilidade. Mostre interesse, questione, procure feedback, mas não sufoque, com pedidos repetitivos de retorno.

Também esteja preparado para os retornos negativos, pois sempre haverá pessoas concorrendo ao processo juntamente a você. Mas lembre-se, se você deixou uma boa impressão, será lembrado no futuro, pois este é o papel dos Headhunters, Consultores de RH, Psicólogos, e por ai vai …

E não se esqueça de algo não menos IMPORTANTE:  você também precisa avaliar se a empresa está oferecendo uma oportunidade coerente com seus objetivos, valores e objetivos de carreira. Mas isto é um bate papo para uma outro momento…

É HORA DE DECIDIR…

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Por: Ana Carolina – Coach de Carreira e Sócia na LN Consulting

E aí você está em um dia normal de trabalho e recebe uma ligação e se surpreende, pois é um convite de uma empresa ou consultoria para participar de um processo seletivo. Ou mesmo, você já percebe que seu ciclo na empresa atual está findando, e vê a necessidade de buscar “novos horizontes”, e assim, começa a se movimentar no mercado.

Como resultado do processo, você chega a ficar diante de uma entrevista chegando naquele momento onde pensa:

ESTA EMPRESA/OPORTUNIDADE, ESTÁ COERENTE COM MEUS OBJETIVOS/EXPECTATIVAS PROFISSIONAIS?

Muitos se perguntam: Bem, se for uma empresa “melhor”, um salário “melhor”, com benefícios “atrativos”, porque não?

Embora todos os quesitos que mencionei acima serem importantes, você já viu pessoas trocando de emprego somente por um salário “melhor” e que estejam plenamente satisfeitas depois de passados 6 meses?

No momento de optar ou não em ingressar em uma nova empresa, existem fatores que vão além dos “cifrões” a mais.

Pois para uma vida profissional ter um direcionamento que proporcione algum sentido, é importante avaliar seus objetivos, (onde quer chegar, o que quer conquistar, como quer conquistar, etc.) e eles serão base para você tomar suas decisões.

Lembre-se: VOCÊ, E SOMENTE VOCÊ, É RESPONSÁVEL PELAS SUAS DECISÕES.

E como costumo falar para meus assessorados, o entrevistador não estará com uma arma apontada para você o obrigando a aceitar a proposta, 50% da escolha é sua e 50% da empresa.

Desta forma, ao participar de uma nova oportunidade esteja atento à o que lhe faz buscar e|ou se interessar pela posição apresentada, é muito importante que você

  • Avalie seu momento atual, quais oportunidades que você tem na empresa atual, se elas existem, o que o faz olhar para fora dela; e se elas não existem, quem sabe é realmente o momento;
  • Investigue com minucias sobre a empresa e a oferta proposta, cuide com propostas “sonho de consumo”, nenhum lugar é 100% perfeito, e o que é ruim para mim, pode não ser para você, e vice e versa.
  • Procure funcionários atuais e antigos, pesquise na internet, o Linkedin irá lhe ajudar muito nesta investigação.
  • Busque entender como é o clima, a rotatividade, a cultura pregada pela empresa.
  • Prepare-se para perguntas, ao mesmo tempo que a empresa está te conhecendo, você também está conhecendo a empresa e o que ela tem para lhe oferecer.
  • Questione sobre as expectativas que a empresa e o cargo possuem. Se ela tem planos de expansão, replanejamento, entenda sua estrutura e desafios, etc.

Estes questionamentos são seus de DIREITO, não se sinta invasivo. Fazendo-os de forma natural, suave e coerente, faz todo o sentido e pode fazer com que você demonstre ainda mais interesse e maturidade no seu posicionamento.

Porque não fui aprovado?

Porque não fui aprovado?

By | Dicas

Estamos num período onde muita gente tem participado de processos de seleção. Profissionais com trajetórias brilhantes, formação diferenciada, duas ou mais especializações, enfim, gente boa mesmo disponível no mercado.

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