Hard skills x Soft skills – o que é mais importante?

Se você está no mercado ou participou de algum processo seletivo recentemente, já deve ter ouvido falar destes dois termos. Apesar de parecer complicado, eles servem para designar as nossas habilidades técnicas e comportamentais.

Hard skills – Habilidades Técnicas

As Hard Skills são as habilidades técnicas, que aprendemos em aulas, cursos, apostilas, a vivência na atividade e facilmente podemos quantificar. Elas normalmente vêm acompanhadas de um certificado ou graduação. Como por exemplo, engenharia, economia, pedagogia. 

Soft skills – Habilidades Comportamentais

Já as Soft skills são as habilidades comportamentais, aquelas mais difíceis de identificar e avaliar, porque se tratam de habilidades relacionadas a forma como as pessoas se comportam, relacionam e interagem com outros indivíduos, como por exemplo, empatia, ética, liderança e autogerenciamento. Essas características de personalidade são decisivas quando se trata de construir um ambiente corporativo saudável, porque afetam o relacionamento e a produtividade de toda a equipe.


Ok, mas qual dessas skills é mais importante para o mercado?

Antigamente, era comum os selecionadores olharem apenas as habilidades técnicas antes de realizar uma contratação. Porém com as constantes mudanças no mundo, conhecido como mundo VUCA, o cenário passou a tomar novas resoluções.

As habilidades técnicas não deixaram de ser valorizadas, porém, o mercado tem buscado cada vez mais profissionais com habilidades comportamentais, ou sejas, atitudes e comportamentos sem dúvida têm sido muito levados em conta.


Parece um pouco maluco isso, não é mesmo? Mas isso acontece porque é muito mais fácil para uma organização desenvolver uma competência técnica do que uma comportamental, porque essa está inteiramente ligado aos valores de cada um de nós.

Uma forma de desenvolver a até mesmo aprimorar as habilidades comportamentais que já fazem parte da sua personalidade é buscando o autoconhecimento. Uma forma de se conhecer, é questionar-se. O que me faz bem? O que eu realmente sinto prazer em fazer? Quais são os meus desejos? O que eu preciso melhorar? 

Talvez essas questões possam te ajudar a conhecer seus valores e aflorar as habilidades que sempre estiveram aí, mas que nunca foram desenvolvidas.


Escrito por: Lenir Nunes – Headhunter & Conselheira de Carreira.